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domingo, 11 de março de 2012

Um ano de blog e Dodge Journey R/T

Dia 6 completou um ano que escrevo o meu blog. No começo as histórias eram muito mais focadas nos carros da minha infância, depois migraram para os meus carros de coleção.... Neste um ano acabei conhecendo bastante gente do meio através do blog. Agradeço a todos que visitam, tanto aqueles que comentam como aos que não comentam. 

Esse começo de março fui buscar meu primeiro Dodge zero, uma Journey R/T. E confesso que tive uma certa decepção, não com o produto, mas da maneira que nós brasileiros somos tratados. No dia da entrega o carro apresentou um problema, acho que no sistema de som, bem no momento da entrega. Problema detectado pois o banco traseiro estava travado e ninguém na concessionária viu isso. 

Resumindo, perdi o dia inteiro de trabalho esperando uma solução, que não veio no mesmo dia. Até aí tudo bem, qualquer máquina pode falhar, mesmo um Dodge. O ponto é como as concessionárias tratam o problema. O que entendo ser correto é que deveriam ter visto isto antes da entrega. Mas já que aconteceu, deveriam ter providenciado um carro para meu uso, sem custo. Ou até trocar o carro. 

Depois de um certo estresse, a reclamação chegou à Chrysler, que gentilmente me emprestou um carro igual, da frota da empresa. Sem custo algum e com seguro total. Daí meu humor melhorou, e muito. O Dodge Journey é um excelente carro. Fui fazer meu tradicional passeio na Rodovia com meu pai, fiquei impressionado com a resposta do novo propulsor V6 Pentastar. O carro é muito rápido, seguro e confortável. Por dentro, a tecnologia deixa os "melhores e mais fantásticos SUVs, campeões em 14 mercados e em todo mundo" para trás. Suas linhas retas são modernas, se comparadas aquele formato de gota d'água, o tal do "design fluido".

Uma semana depois minha Journey era entregue em casa, de plataforma. já com o problema sanado, mas....   sem gasolina. Nesta semana tivemos aquela grande palhaçada do sindicato dos transportadores de combustíveis. Incrível como o sistema é vulnerável, São Paulo parou, a gasolina secou em quase todos os postos. Eu sou precavido, meus outros carros estavam com o tanque quase cheio, numa noite saí e achei um posto (4h da manhã!) e abasteci o Honda e o Renault do meu pai.

Mas a Journey veio sem a gasolina necessária para uma eventual procura mais longa por combustível. Voltei aos tempos nos quais eu tirava gasolina do Fusca do meu pai para abastecer o meu carro. Manqueira e galão de plástico. Coloquei 5l na Journey sem derrubar nada na pintura. Na mesma noite liguei para um posto conhecido, "chegou gasolina, mas corre!". Consegui completar o tanque! Os 80 l! 


Estou gostando muito do carro, e é incrível como o pessoal gosta de Dodge! Todo mundo repara, elogia as linhas, o ar esportivo.... Meus amigos que possuem Hyundai ficam procurando defeitos, tudo na brincadeira, mas realmente não dá para comparar. Dodge tem a tradição de ter uma engenharia a frente do seu tempo. Incrível como estão vendendo Journey! Sem campanha na TV, sem marketing agressivo.... sem barulho algum. Vejam que potencial mal explorado, como o grupo Chrysler - Fiat perde oportunidade. 

As vendas de Freemont alavancaram a  da Journey, pois esta é superior em cavalos. A Fremont tem o mesmo luxo, porém com o motor utilizado na Journey americana básica. As pessoas percebem e acabam comprando Dodge.


Seguem umas fotos.

abraços e obrigado a todos amigos neste um ano de blog!


Vital

Fotos 1, 2 e 3: o carro da frota da Chrysler.

fotos 4, 5, 6: o meu carro, na prancha.

foto 7: a Dodge emprestada indo embora de caminhão!











domingo, 19 de fevereiro de 2012

Detalhes tão pequenos... mas ainda detalhes.

Mexer num carro 100% original?

Eu tenho dúvidas. Depende do que se espera. Se o objetivo é a originalidade total e o estado do carro permite que você assim o mantenha, é melhor não mexer.

Tenho um excelente funileiro. O Magnum está lá fazendo uns reparos nas caixas, tudo indo muito bem.

Fui ver o carro pintado ontem, até que está bom para o esperado, sem mexer nas faixas. Vendo os detalhes, cadê os drenos??? Aqueles diagonais, que ficam no pé das caixas.

Resultado: vamos ter que acertar isso.

Seguem umas fotos do carro pintado, ainda não deu para avaliar a tonalidade. Foi a mesma tinta usada no cofre. Vamos ver.

Só mexi no carro porque ferrugem é ferrugem. Mas, na boa, não sei se faria novamente. Pintar o carro? Só se for reforma completa, trocando frisos, faixas.... Tô fora!!!

abraços!






























quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Charger R/T 7 cilindros ????

Semana passada peguei estrada com meu Charger e estava já achando estranho o fato do carro estar um pouco "quadrado" na hora de andar.

O desempenho estava também estranho, mas logo fui pondo a culpa no dfv. Carro guardado, chamei o mecânico para diagnosticar o que estava acontecendo. Eu achava impossível ser problema com vela, pois foram trocadas em 2009, quando comprei o carro.

E o problema era sentido mais ainda com o carro frio. Resultado: a penúltima vela do lado do motorista estava ruim. Ou seja, não havia explosão ali. E um cabo estava partido. Resumindo a história, depois de montado a força voltou. Eu já estava cabreiro desde o final do ano passado, e o problema era tão simples. Ontem mesmo no feriado p problema foi resolvido e o carro voltou a ser o que ele era.

Mas o carro é tão bom que, mesmo sem um cilindro, ainda estava andando sem grandes perdas.

abraços!



domingo, 8 de janeiro de 2012

Pizzaria 1900 com os amigos

Conheço este prédio desde sempre. Fica na Estado de Israel, na Vila Clementino. Era uma fábrica abandonada antes da 1900 se estabelecer lá e reformar o prédio todo. Minha tia morava num dos sobradinhos do outro lado da rua. Hoje estão um pouco descaracterizados, viraram ponto comercial, mas a essência é a mesma.

Quinta feira marcamos uma pizza lá. Eu, Carlão, Badola e Pier. Fui de Belina, é claro. No meio da faxina separei umas peças de Dodge que com certeza não usaria e doei para o museu, assim poderão ajudar a ressuscitar mais um carro.

Foi muito divertido, sempre que nos encontramos é risada na certa. E muita nostalgia. O absurdo é a velocidade com que as pizzas desaparecem da mesa. O mais leve pesa uns 120 kg.

Essa é a parte boa do carro antigo! Os amigos!

Seguem fotos da pizza e uma do passeio para o Frango Assado, já uma tradição. R/T 74, Dart 71 MARAVILHOSO do Pier e o tradicional 500 do Carlão.







abraços!

Vital

sábado, 7 de janeiro de 2012

Acertos (finais...) no Magnum

Quando comprei esse carro, fiquei impressionado com a originalidade dele. Pelo meu conhecimento esse carro tem quase toda a sua pintura ainda de fábrica. Ela está bem gasta em alguns pontos, mas retocá-lo pode implicar em dar grandes diferenças e como consequência ter que pintar o carro inteiro.

Não pretendo fazer isso, pois:


  • O carro é 100% original, e isso só se tem até mexer.
  • Refazer as faixas e conseguir frisos laterais novos é muito difícil. As do carro são originais, coladas na Chrysler na linha de produção;
  • Pintar o carro significa ficar sem ele muito tempo. Muito mesmo;
  • Tenho um R/T zero e um Dart que está ficando zero, ou seja, esse permanece original com cicatrizes do tempo.
  • Um carro impecavelmente zero acaba ficando chato de andar. Vou com esse Magnum até o supermercado, sem encanar muito. Com o R/T a coisa é diferente. O Dart também ficará com uso mais restrito à estrada.
  • Mais uma reforma geral e sou expulso de casa.
Logo, resolvi fazer o necessário trocar as partes apodrecidas das caixas e concertar as pontas dos paralamas traseiros.

A tinta está pronta, mas confesso que estou com receio do acerto de tonalidade. Vamos arrematar no primeiro vinco inferior.  Os pequenos pontos de ferrugem no vigia foram limpos, o silicone removido, e tudo foi calafetado. Não é o ideal, mas não quero retirar o vigia do lugar em hipótese alguma. Durou 33 anos, dura mais 30 anos assim. O carro não pega chuva.

O carro está sem laterais e banco traseiro. Impressionante como o carro nunca foi fuçado por ninguém, tudo original, lindo, preservado....

Os remendos nas caixas serão soldados com solda mig, para não deformar a chapa. O Dart era todo ondulado devido aos remendos utilizando oxigênio. Famosa porta gorda.

Seguem duas fotos, não tão boas. Os frisos estão no Juruna para limpeza. 



Abraços a todos!

Vital





sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Charger R/T 1974 Vermelho Índio e Avallone Chrysler do filme do Roberto

Quem me conhece sabe que esse é o meu número em carro. Como não acho um igual ou que seja do meu gosto (não precise de reforma) eu me acomodei com os 3 Dodge que tenho.


Já faz alguns anos que conheci o Antônio Apuzzo, proprietário da Automodelli. E fico cada dia mais impressionado com a qualidade das miniaturas 1/43 que ele vem criando dos clássicos nacionais. Hoje fui buscar uma encomenda que fiz através do meu amigo Rui Gatti. E fiquei espantado com o nível do trabalho. Conheci o Mauro também, que junto com o Apuzzo, transforma resina e metal no objeto de desejo de crianças grandes.

Na hora que vi o Avallone do filme do Roberto Carlos (que estreou há exatos 40 anos, em 24/12/71), tive "vontade de sair correndo a 300km/h!", como diria a Luciana.

Seguem umas fotos dos dois primeiros carros entregues a mim. O Charger R/T é cópia do carro meu avô. Tem plaqueta com chassi, licença da época, interior muito bem feito. E Certificado. Lindo mesmo.

O Avallone Chrysler é do filme do Roberto Carlos. E ficou muito bom.










Ainda receberei o R/T 76 e a Alfa 75. Tudo personalizado, com nome do proprietário, placa, etc...

O site da Automodelli é:

www.automodelli.com.br

Se não dá para ter aquele carro tão procurado, o Apuzzo e o Mauro resolvem. Fazem a réplica para você. E o preço é bem honesto, dá um trabalho enorme para fazer, pois todo o processo é artesanal.

Fiquei impressionado ao ver as carroçarias dos Charger R/T 71, 72, 73 e 77 branco com vinho. Perfeito.

Aos poucos vou fazer uma coleção dos oito Chargers R/T nacionais (ainda não está feita a carroçaria 79).



Feliz Natal e um excelente 2012 a todos!

Luis Vital

sábado, 17 de dezembro de 2011

Dodge Dart Coupé de Luxo 1973 - W2 - E as obras continuam!

Da semana passada para cá eu ponderei bastante e resolvi não vender a perua Corcel Belina. Troquei os pneus por quatro novinhos e amanhã vou testar o comportamento dela na estrada. Provavelmente teremos que trocar os rolamentos dianteiros depois.

hoje cedo fui visitar o Dart, 2 meses depois do último post. E tive uma bela surpresa! Está ficando zero! A pintura não está pronta, mas está evoluindo muito bem! Laterais lisas, como todo Dart deve ter. Se comprarmos com as fotos do carro antes de desmontar, perceberemos como esse branco é mais claro. Não tem aquele tom amarelado do anterior.

As rodas serão estas mesmas. O que gastaria para ficar inventando a moda posso usar para meu futuro e último projeto, um R/T 74.

Vejam as fotos!

Abraços!






quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Made in USA. Ou será Japão? Coréia?

Em novembro último fui a trabalho para New York, foi minha primeira visita à Big Apple. Como sempre, e para desespero da minha mulher e dos meus amigos, esse doente que vos escreve ficou reparando nos carros.

Esperava ver outro cenário, mas o que temos nas largas ruas são Suburban e seus derivados (Cadillac ou GMC), Lincoln Town Car e seu irmão pobre, o Crown Victoria. O resto são carros japoneses, alguns coreanos e muitas minivans.

No primeiro dia alugamos uma minivan Chrysler e me apaixonei pelo carro, apesar de ser um modelo de entrada, bancos em tecido, tração dianteira. Fato que deu trabalho, pois pegamos neve  me lembrei da propaganda: "Without all WD, is the end of the world. With Dodge AWD, it's just snow!˜.

A ilha de Manhattan é demais, gostei muito e se tivesse que mudar para lá por uns tempos eu iria fácil. Mas por uns tempos apenas. Minha mulher costuma ir regularmente a trabalho, mas é caro demais ir na Pessoa Física e acabo ficando aqui em SP. Ainda mais que viajar de econômica com 2 metros de altura é uma tortura razoável.

O ponto é que os carros americanos não fazem parte da cena. Na volta chamei uma limosine para o JFK. Qual era o carro? Uma Suburban. Fantástica, com teto solar, motor V8 , mas é mais do mesmo. barulho de plástico, espaço mal distribuído.... Pela bagatela de 60 mil dólares americanos. Vi a nota, o motorista e proprietário é um brasileiro. Contou-me que o Town Car não fabrica mais. Muitos carros de luxo estão sendo substituídos pelas grandes SUVs. E os tradicionais cabs por Ford Escape e por peruas Toyota. O fato é que não é necessário ter carro em NY. Estacionamento custa uns 500 dólares por mês... Seguro... Impostos... Mas lá, diferente daqui, o transporte público tem capilaridade, diferente do nosso Metrô, apesar deste ser mais moderno, mais limpo e mais organizado. Acreditem, estamos saindo do terceiro mundo (ou pensamos que estamos)! E Taxi lá é muito barato, diferente daqui, onde uma corrida do meu trabalho até em casa custa perto de cinquenta Reais. Ou seja, trabalhar de Taxi me custaria cem Reais por dia ou dois mil e duzentos por mês. De Metrô custa seis Reais por dia. De carro custa dez Reais de combustível (sem levar em conta o custo do carro, claro) e mais uma dose de paciência no trânsito. Concluindo, quase sempre vou trabalhar de Metrô.  E em NY é muito mais fácil, dada a capilaridade. Enfim, temos muito o que evoluir.

Fiz questão de pegar um taxi Crown Victoria... Acho que um dos últimos representantes do estilo americano puro. V8, câmbio automático na coluna, muito macio. Andei numa Escape também, uma Ecoesport melhorada. Odiei.

Mas esse cenário é peculiar à NY. As pessoas na sua maioria não ligam para carro. É um eletrodoméstico barato de se comprar, caro de se manter.

Vi um antigo apenas, um T-Bird 1966. E alguns low riders. Que, aliás, deram um show a parte no dia do Halloween em Times Square. Vi alguns Charger R/T, um ou outro Muscle Car novo. E quase nada de Hyundai, diferente do que é dito nas propagandas da marca coreana aqui no Brasil.

Falando em Hyundai, ainda resisto bravamente. O mais perto que estou dos carros asiáticos são os meus dois Hondas mexicanos, que não dão trabalho. E para por aí.



Seguem umas fotos. Lugar fantástico.

abçs.









domingo, 11 de dezembro de 2011

A (provável) última viagem da Belina 84 GL

A maior sorte que um garoto pode ter é chegar aos 40 anos e ainda ter seu pai com saúde. Eu tenho essa sorte. Meu pai foi o cara que sempre me impulsionou para frente. Andou de Fusca a vida todas mas sempre pagou as melhores escolas para seus filhos. Privou-se de quase tudo. Não viajou, não conheceu lugares, não teve bons carros e nunca se deu nenhum luxo.

Mas, todos os dias, acordava a mim e ao meu irmão, nos dava café da manhã e depois nos levava para o Augusto Laranja, colégio de classe média alta daqui de São Paulo. Nunca precisei pegar um ônibus para ir à escola, mesmo quando aluno da Politécnica, homem feito. Lá estava ele, com seu incansável Fusca, a me esperar no final da aula da 18:30, até me dar meu Gol 90, já comentado aqui no blog.

O ano 2000 foi um ano muito difícil para minha família. Lembro que meu pai levava conhecidos com seu Fusca e ganhava algum dinheiro, uma situação muito ruim mesmo. Eu estava no começo de carreira, ganhava pouco, e meu irmão sobrevivia nos últimos suspiros da fábrica. Em umas destas o carro foi roubado, o que causou uma grande tristeza. O VW já estava em péssimo estado, 400 mil km, muita ferrugem. Mas era o carro do meu pai.

Alguns meses depois, chego em casa do trabalho e abro a porta da garagem. Uma cena indescritível. Traseira arreada, faróis quebrados e cheios de terra, sem cor e com um enorme podre no para-lama direito. Vazamentos... Lá estava ela. Meu pai logo disse:"Seu tio me deu.".

Lembro-me muito bem do lançamento deste carro, em 1977. Eu tinha 6 anos e meu pai trouxe um Corcel branco da frota da Ford, ainda pré produção. Claro que chamava muito a atenção. O carro era lindo. Mas o motor.... Aqule 1,4l era muito fraco para um carro tão grande. A primeira perua veio para casa logo em seguida, uma vermelha básica. Era a sensação na vizinhança.

A chegada deste velho carro foi uma grande diversão. Com muitas prestações no mecânico e no pintor, levantamos o carro. Foram tantas coisas feitas nestes doze anos que praticamente o carro ficou novo, dentro do possível. O carro foi comprado diretamente na Ford quando meu tio e meu pai trabalhavam lá, ou seja, conhecida desde nova. Ainda tem seus manuais intactos.

Não é um carro empolgante, é pouco colecionável, e nem é tão bonito. Mas nos serviu bastante, foram 47 mil km rodados desde que ela chegou.

Enfim, chegou o momento de encostá-la. Na semana passada ela não pegava. O mecânico arrumou mas ficou péssima. Quinze dias no Mário, um excelente conhecedor de carburadores, e ela saiu como nova. Um  Weber novo, tampa de distribuidor, rotor, alternador revisado e pronto. E, claro, mil Reais a menos no bolso. A suspensão fiz o ano passado, tudo novo e original. Radiador novo.

A parte legal é conseguir retribuir. Ontem, depois de muita avaliação com minha esposa, resolvi dar um carro de presente para meu pai. Ou melhor, devolver um pouco do que ele fez por mim.

Escolhi o carro, comprei, e depois, sem contar nada, levei-o para conhecer seu futuro carro, e foi muito bacana. Ele ainda não acredita que vai ter um carro 0 km depois de 32 anos. E um carrinho bem legal! O modelo de entrada do Clio tem mais acessórios, potência e conforto que o Corcel GL 84.

E hoje cedo fizemos a provável última viagem da Belina conosco, pois ela será posta a venda. E como ficou boa! Incrivelmente ágil, estável e econômica. Mas a decisão está tomada e é uma questão de tempo para ela ir embora. Claro que não tenho pressa, e isso pode levar mais 10 anos.

Seguem umas fotos.



 Meu pai, e seu novo carro. Depois de 32 anos.

O R/T queimando pódium na garagem, já que não saiu para passear.
Uma série de fotos da belina.


Ela é GL. Mas quem disse que eu encontro o logotipo....
Adesivo da Poli, tempos do mestrado, ano 2000.
Interior monocromático original.

117 mil km originais.








Cofre ainda com adesivos Motorcraft.


Besteira feita no passado. Retirar o Philco FM e colocar um CD.



Tem seu charme dos 80's.