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sábado, 17 de dezembro de 2011

Dodge Dart Coupé de Luxo 1973 - W2 - E as obras continuam!

Da semana passada para cá eu ponderei bastante e resolvi não vender a perua Corcel Belina. Troquei os pneus por quatro novinhos e amanhã vou testar o comportamento dela na estrada. Provavelmente teremos que trocar os rolamentos dianteiros depois.

hoje cedo fui visitar o Dart, 2 meses depois do último post. E tive uma bela surpresa! Está ficando zero! A pintura não está pronta, mas está evoluindo muito bem! Laterais lisas, como todo Dart deve ter. Se comprarmos com as fotos do carro antes de desmontar, perceberemos como esse branco é mais claro. Não tem aquele tom amarelado do anterior.

As rodas serão estas mesmas. O que gastaria para ficar inventando a moda posso usar para meu futuro e último projeto, um R/T 74.

Vejam as fotos!

Abraços!






terça-feira, 8 de março de 2011

Grade nova para meu Dart 73

Quem me conhece há algum tempo, conhece também o meu Dart. Ontem consegui comprar uma grade, não é nova, mas está como nova. Além de ter a pintura cinzenta grossa, que não sei reproduzir, não tem uma trinca sequer e ainda veio com os raros frisos J, que são os frisos que contornam as máscaras dos faróis. Aliás, estou de saída para buscar um zero LD, no metrô.

Coincidentemente comprei esta grade do meu amigo Alexandre, de Curitiba, proprietário, entre outros, de um belo Charger R/T 1975. Ainda contarei detalhes deste Dart, que foi o meu primeiro Dodge. Essa é a terceira grade para o carro, incluindo a original, que veio com ele. Tem uma de SE também.

Particularmente nunca fui apreciador de Dodges do modelo Dart. Achava-os sem graça e essa frente mais ainda. Natural, pois tinha um R/T na garagem, que é um carro mais esportivo, apesar de serem o mesmo carro. Depois conto detalhes, mas hoje esse é um dos meus carros favoritos, ainda mais vendo a evolução da restauração, desde a carroceria até o motor, já pronto. É o favorito da minha família também.

Peças de acabamento de carros feitos somente no Brasil, e em quantidade relativamente pequena, acabam ficando caras e raras. As peças de acabamento dos carros 73 e 74 são as mais difíceis, apesar de serem os anos com maior produção de Dodges grandes no país. Ao longo dos cinco anos consegui juntar peças chatas de se encontrar, como lanternas, painéis e grades. Mas é a primeira vez que encontro uma grade muito boa e completa. As lanternas de um Dodge 73 são frágeis e caras, com sua estrutura de plástico, que além de tudo ficam salientes.





A grade está muito bonita. Os frisos têm alguns detalhes, mas nada que não possa ser recuperado e retornado ao estado de zero. O mais importante é a estrutura plástica estar intocada e original. Agradeço ao Alexandre de Curitiba pela peça!


abraços!

Vital