Esse começo de março fui buscar meu primeiro Dodge zero, uma Journey R/T. E confesso que tive uma certa decepção, não com o produto, mas da maneira que nós brasileiros somos tratados. No dia da entrega o carro apresentou um problema, acho que no sistema de som, bem no momento da entrega. Problema detectado pois o banco traseiro estava travado e ninguém na concessionária viu isso.
Resumindo, perdi o dia inteiro de trabalho esperando uma solução, que não veio no mesmo dia. Até aí tudo bem, qualquer máquina pode falhar, mesmo um Dodge. O ponto é como as concessionárias tratam o problema. O que entendo ser correto é que deveriam ter visto isto antes da entrega. Mas já que aconteceu, deveriam ter providenciado um carro para meu uso, sem custo. Ou até trocar o carro.
Depois de um certo estresse, a reclamação chegou à Chrysler, que gentilmente me emprestou um carro igual, da frota da empresa. Sem custo algum e com seguro total. Daí meu humor melhorou, e muito. O Dodge Journey é um excelente carro. Fui fazer meu tradicional passeio na Rodovia com meu pai, fiquei impressionado com a resposta do novo propulsor V6 Pentastar. O carro é muito rápido, seguro e confortável. Por dentro, a tecnologia deixa os "melhores e mais fantásticos SUVs, campeões em 14 mercados e em todo mundo" para trás. Suas linhas retas são modernas, se comparadas aquele formato de gota d'água, o tal do "design fluido".
Uma semana depois minha Journey era entregue em casa, de plataforma. já com o problema sanado, mas.... sem gasolina. Nesta semana tivemos aquela grande palhaçada do sindicato dos transportadores de combustíveis. Incrível como o sistema é vulnerável, São Paulo parou, a gasolina secou em quase todos os postos. Eu sou precavido, meus outros carros estavam com o tanque quase cheio, numa noite saí e achei um posto (4h da manhã!) e abasteci o Honda e o Renault do meu pai.
Mas a Journey veio sem a gasolina necessária para uma eventual procura mais longa por combustível. Voltei aos tempos nos quais eu tirava gasolina do Fusca do meu pai para abastecer o meu carro. Manqueira e galão de plástico. Coloquei 5l na Journey sem derrubar nada na pintura. Na mesma noite liguei para um posto conhecido, "chegou gasolina, mas corre!". Consegui completar o tanque! Os 80 l!
Estou gostando muito do carro, e é incrível como o pessoal gosta de Dodge! Todo mundo repara, elogia as linhas, o ar esportivo.... Meus amigos que possuem Hyundai ficam procurando defeitos, tudo na brincadeira, mas realmente não dá para comparar. Dodge tem a tradição de ter uma engenharia a frente do seu tempo. Incrível como estão vendendo Journey! Sem campanha na TV, sem marketing agressivo.... sem barulho algum. Vejam que potencial mal explorado, como o grupo Chrysler - Fiat perde oportunidade.
As vendas de Freemont alavancaram a da Journey, pois esta é superior em cavalos. A Fremont tem o mesmo luxo, porém com o motor utilizado na Journey americana básica. As pessoas percebem e acabam comprando Dodge.
Seguem umas fotos.
abraços e obrigado a todos amigos neste um ano de blog!
Vital
Fotos 1, 2 e 3: o carro da frota da Chrysler.
fotos 4, 5, 6: o meu carro, na prancha.
foto 7: a Dodge emprestada indo embora de caminhão!




































