Sempre quis comprar calotas de metal para por no Dart. Comprei recentemente quatro suportes do Magnum adaptados, precisando de um trato...
Enfim, apareceram, mesmo que apenas duas, calotas do Charger 1973 ou início de 74. São as mesmas do SE, porém cromadas. Sem uso...
Prova que eram do Charger: vejam o R/T zero do meu avô ostentando essas calotas. Final de 73.
E custaram módicos 100 pilas. O problema é que preciso de mais duas e sabe lá quando irão aparecer. Vou tentar cromar os suportes que comprei do seu Danilo.
Vamos ver o que acontece....
abraços! Vital
Segue umas fotos dos meus Mopars 1/18... Só para constar!
quarta-feira, 15 de junho de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
O paozinho mais caro do Planalto Paulista! E mais divertido.
Como sempre faco todos os dias, acordei muito cedo. E fui comprar pao. Na verdade, desculpa para ir tomar cafe na padaria perto da casa dos meus pais. Podia ser um dia como sempre, comum, pegar o meu Honda e fazer a minha rotina.
Quando desco no subsolo, vejo o Magnum e penso: vou com ele comprar pao. Bom, cinco a dez minutos esquentando o motor, para o rodar ficar mais agradavel. 3km de distancia, uma acelerada para abrir os pulmoes do Dodge.... Voltar pelo caminho mais longo... E esta ai. O paozinho mais caro e divertido do Planalto Paulista. Pelo menos o frete.
O carro ainda apresenta um probleminha na caixa de fusiveis. Queimou o do alerta e o do relogio. Proxima parada: Ogata, o eletricista. E quem fez o alternador e arranque dos meus tres Dodges.
Abracos e bom dia a todos!
Vital
Desculpem pela falta de qualquer acento, nao configurei este note ainda.
Quando desco no subsolo, vejo o Magnum e penso: vou com ele comprar pao. Bom, cinco a dez minutos esquentando o motor, para o rodar ficar mais agradavel. 3km de distancia, uma acelerada para abrir os pulmoes do Dodge.... Voltar pelo caminho mais longo... E esta ai. O paozinho mais caro e divertido do Planalto Paulista. Pelo menos o frete.
O carro ainda apresenta um probleminha na caixa de fusiveis. Queimou o do alerta e o do relogio. Proxima parada: Ogata, o eletricista. E quem fez o alternador e arranque dos meus tres Dodges.
Abracos e bom dia a todos!
Vital
Desculpem pela falta de qualquer acento, nao configurei este note ainda.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Esse post é para o Reinaldo e outros que estão restaurando...
Seguem umas fotos do meu Dart 73. Vejam quanta lata saiu dele, e podre. E o carro era lindo montado. Hoje está lindo de novo, tudo refeito. Tudo foi feito com chapa moldada pelo funileiro, esse maranhense no porta malas. Ele aprendeu o ofício refazendo Fuscas e Rurais na terra dele.
Para animar o Reinaldo na restauração do R/T 72... A foto abaixo mostra uns bons pedaços de lata podre recortada, fora o que já havia sido retirado do assoalho. Parte desta lata é da parte interna, que foi soldada novamente na carroceria. Sei lá se é o melhor método, mas sobrou espaço para trabalhar as caixas melhor. Do vinco inferior para baixo, foi tudo trocado, exceto as pontas de paralamas traseiras, que estavam incrivelmente originais e inteiras. Nem as do Magnum estão. Mistérios da corrosão...
O carro está já com o fundo aplicado. Ainda foram removidos os interiores das caixas de rodas. Não foi jateado. Em breve novas fotos da evolução. Ainda tem muito trabalho e muito dinheiro para ser gasto, mas o pior já passou.
Reforma ??? só do Magnum, daqui há 20 anos.
Abraços ! Vital

Para animar o Reinaldo na restauração do R/T 72... A foto abaixo mostra uns bons pedaços de lata podre recortada, fora o que já havia sido retirado do assoalho. Parte desta lata é da parte interna, que foi soldada novamente na carroceria. Sei lá se é o melhor método, mas sobrou espaço para trabalhar as caixas melhor. Do vinco inferior para baixo, foi tudo trocado, exceto as pontas de paralamas traseiras, que estavam incrivelmente originais e inteiras. Nem as do Magnum estão. Mistérios da corrosão...
O carro está já com o fundo aplicado. Ainda foram removidos os interiores das caixas de rodas. Não foi jateado. Em breve novas fotos da evolução. Ainda tem muito trabalho e muito dinheiro para ser gasto, mas o pior já passou.
Reforma ??? só do Magnum, daqui há 20 anos.
Abraços ! Vital

domingo, 12 de junho de 2011
Fazendo quilometragem.
Semana passada fui até Itupeva de Magnum, o carro se comportou muito bem. Como sou precavido, na volta encostei no posto que sempre freqüento e levantei o carro. Para minha surpresa, tinha óleo de freio na roda traseira direita inteira. Abri o capô, o reservatório traseiro estava sem óleo. Completei e voltei para casa, pisando em ovos.
Meu mecânico tradicional não poderia me atender naquela semana, pois todos os leitos do pronto socorro estavam ocupados, e ainda estão. Como estou louco para rodar de Magnum, acabei levando em outro mecânico amigo meu, aqueles das antigas. Esse mecânico cuidava do dfv do Charger quando era do outro dono. O Mário trabalha apenas com carburação e freios, não faz mecânica pesada.
Vejam só a oficina. é pura nostalgia:
trânsito infernal na Av Paulista.
Grande abraço, boa semana para todos!
Vital
Meu mecânico tradicional não poderia me atender naquela semana, pois todos os leitos do pronto socorro estavam ocupados, e ainda estão. Como estou louco para rodar de Magnum, acabei levando em outro mecânico amigo meu, aqueles das antigas. Esse mecânico cuidava do dfv do Charger quando era do outro dono. O Mário trabalha apenas com carburação e freios, não faz mecânica pesada.
Vejam só a oficina. é pura nostalgia:
Freio arrumado, cilindros de roda novos, rodei o final de semana inteiro com o carro. Marginal Pinheiros, 23 de Maio, etc... Pelas minhas contas, desde que o carro chegou do sul, foram 600 km. Fiz a inspeção de placa preta, e passou tranqüilo. Fui encontrar os amigos, com seus Dodges e Fords. Apenas no final do dia de hoje peguei um trânsito infernal. São Paulo é isso.
Enfim, o carro está quase aprovado para a viagem de 700 km que pretendo fazer com ele ainda esse ano. Falta ainda uma revisão no diferencial e nos rolamentos.
trânsito infernal na Av Paulista.
Grande abraço, boa semana para todos!
Vital
domingo, 5 de junho de 2011
Meu bairro... pelo menos nos anos 70!
Fui criado no Planalto Paulista. É um lugar muito bonito, belas casas, símbolo de uma São Paulo do início dos anos 60. Nesse bairro podiam ser vistos muitos Galaxies, Dodges e alguns poucos carros importados, como Cougars, um Lincoln Mercury, ... Depois veio a mesmice dos carros dos anos 80, como Monzas, Santanas e outros. O bairro era sensacional, e como todo bairro de casas, acabou decaindo por falta de segurança, pela prostituição na Indianópolis, pelo envelhecimento de seus moradores.
Mas eu adoro. Meu sonho é morar numa casa no Planalto Paulista, com suas grandes garagens, ruas largas e arborizadas, e aquele fantástico estilo anos 60. Fui criado numa casa comprada pelo meu avô em 1958, na qual até hoje residem meus pais.
Acabei de dar uma volta de Charger, e ele se encaixa muito bem no estilo bairro. Quem dera um dia tenhamos segurança nessa cidade, que é a mais bonita do mundo.
Eu amo São Paulo!
Seguem umas fotos do Dodge tiradas agora, no bairro.
Abraços e boa semana a todos!
Vital
Mas eu adoro. Meu sonho é morar numa casa no Planalto Paulista, com suas grandes garagens, ruas largas e arborizadas, e aquele fantástico estilo anos 60. Fui criado numa casa comprada pelo meu avô em 1958, na qual até hoje residem meus pais.
Acabei de dar uma volta de Charger, e ele se encaixa muito bem no estilo bairro. Quem dera um dia tenhamos segurança nessa cidade, que é a mais bonita do mundo.
Eu amo São Paulo!
Seguem umas fotos do Dodge tiradas agora, no bairro.
Abraços e boa semana a todos!
Vital
sábado, 4 de junho de 2011
Rodovia dos Bandeirantes - de Magnum, 30 anos depois...
Já contei aqui sobre o "verdadeiro" Magnum, o que era do meu avô. Quando este carro foi comprado, fazia pouco tempo que a Rodovia dos Bandeirantes havia sido inaugurada. Por ela passávamos todas as vezes que íamos para Dourado, nos derradeiros anos de vida do meu avô. Estrada moderna, Dodge zero km. Época difícil pela perda da minha avó, mas uma criança de sete anos não entende muito.
Hoje, depois de 30 anos, passo pela mesma rodovia num carro idêntico, só que desta vez o carro é meu e eu é quem estava dirigindo. O carro está muito bom e passou dos 140km/h no GPS sem forçar. Voltei no tempo. A próxima missão é ir até Dourado. O carro parece estar bem confiável e a viagem promete ser bem tranquila. A máxima foi um GPS dentro do Magnum. Modernidade é outra coisa.
Fomos eu e o Carlão até o Juruna, em Jundiaí, mandei restaurar alguns frisos do meu Dart, o Carlão idem. Encontramos também o Serginho (Dr Rodolpho) por lá. Os frisos ficaram ótimos, o Juruna é muito bom.
Seguem as fotos do passeio. Espero que gostem.
abraços !
Vital
Hoje, depois de 30 anos, passo pela mesma rodovia num carro idêntico, só que desta vez o carro é meu e eu é quem estava dirigindo. O carro está muito bom e passou dos 140km/h no GPS sem forçar. Voltei no tempo. A próxima missão é ir até Dourado. O carro parece estar bem confiável e a viagem promete ser bem tranquila. A máxima foi um GPS dentro do Magnum. Modernidade é outra coisa.
Fomos eu e o Carlão até o Juruna, em Jundiaí, mandei restaurar alguns frisos do meu Dart, o Carlão idem. Encontramos também o Serginho (Dr Rodolpho) por lá. Os frisos ficaram ótimos, o Juruna é muito bom.
Seguem as fotos do passeio. Espero que gostem.
abraços !
Vital
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Ford Landau azul clássico 1982 - parte 2
Essa semana foi complicada, fiquei doente, trabalhei parte das minhas horas de casa mesmo. Essas são as vantagens da tecnologia.
Todos que leram o blog desde o início sabem que meu pai foi engenheiro da Ford. Logo, é natural que eu tenha crescido no meio destes lindos carros. Lembro-me com clareza de um Landau 73 ou 74 que meu tio (que trabalhava lá também) utilizava. Adorava os carros da linha Galaxie LTD e Landau destes anos, aquela lanterna trapezoidal é uma tremenda obra de estilo, única mesmo. Deu uma grande sobre vida ao modelo, já bem defasado em relação à matriz norte americana.
Eram carros silenciosos, imponentes, e que diferenciavam quem os possuíam dos demais mortais. Em 1973 meu avô tentou comprar um, mas foi mal tratado pelo revendedor Ford. Depois de mandar a vendedora para aquele lugar, ele resolveu comprar o Dodge. Engraçado como é o mundo. Por um ato de poucos minutos meu avô muda o carro que iria comprar e trinta e cinco anos depois eu tenho Dodges por causa disso.
Depois da viagem no 500 do Carlão, coloquei na cabeça que teria um carro destes. Já não eram baratos. Um bom carro já custava mais de 25 mil em 2009. Uma bela noite de domingo o Carlão me liga dizendo que um colega dele estava vendendo um Landau 1982. Não muito bom, mas barato.
Fui, de maneira abobada, experimentei e acabei comprando o carro por 9 mil Reais. Fui desatento ao fato do câmbio do carro estar ruim e do carro ter gás. Até que ele não era feio, apesar dos podres de porta costumeiros nos Ford. Depois de 3 meses na oficina do falecido Seu Antônio Martucelli, a situação era:
- suspensão refeita;
- carburador remanufaturado;
- gás retirado;
- bomba de direção trocada;
- velas, bomba de gasolina, filtros,...
- radiador feito;
- etc...
- etc...
Totalizando mais de 6 mil Reais. Fui dar uma volta com o carro, e daí percebi que o câmbio estava ruim para péssimo. Nesse momento, já sem dinheiro, desanimado com o carro, encostei-o. Resolvi deixar para um futuro distante. Só para mexer no câmbio ia sair uma nota preta, e eu já estava desanimado com o Landau.
Em setembro do mesmo ano comprei o R/T, com a condição de vender todos os outros carros, exceto o Fuscão, do qual minha mulher gosta muito, e o carro é zero. Acabei vendendo o Landau com um bom prejuízo. O dono ainda demorou um ano para retirar o carro do estacionamento e ainda não transferiu o carro para seu nome. Nesse meio tempo roubaram as 4 calotas dele, que eram novinhas. Não sei o que foi feito do carro. Se tivesse continuado comigo, eu iria arrumar o câmbio e utilizá-lo do jeito que estava, já que a suspensão estava nova. O 302 não era zero, mas estava razoável, falhava um pouco em um cilindro. Provavelmente teria enorme dor de cabeça para fazer passar no Controlar, uma vez que o carro não tem 30 anos e por estar longe de merecer placa preta. Ou, que me perdoem os leitores, desmanchar e vender em partes. Nunca fiz isso e nem sei fazer, mas as vezes dá menos dor de cabeça do que vender o carro e o dono demorar para buscar ou para transferir de nome. O motor poderia ir para um Maverick ou um Cobra. Tem carro que não vale a pena ser reformado. Vai uma fortuna e não fica bom. Fiquei com tanta bronca deste carro que apaguei todas as fotos dele.
Foi um negócio mal feito do começo ao fim. Não pretendo ter mais nenhum Landau. Se um dia aparecer um carro até 75, não digo que não ficarei bem tentado. Adoro os Ford com mecânica 292.
Mas vou resistir bravamente. Quando quiser, dou uma volta no 500 do Carlão e mato a vontade.
abraços!
Vital
Todos que leram o blog desde o início sabem que meu pai foi engenheiro da Ford. Logo, é natural que eu tenha crescido no meio destes lindos carros. Lembro-me com clareza de um Landau 73 ou 74 que meu tio (que trabalhava lá também) utilizava. Adorava os carros da linha Galaxie LTD e Landau destes anos, aquela lanterna trapezoidal é uma tremenda obra de estilo, única mesmo. Deu uma grande sobre vida ao modelo, já bem defasado em relação à matriz norte americana.
propaganda do 83 - último ano da série
Eram carros silenciosos, imponentes, e que diferenciavam quem os possuíam dos demais mortais. Em 1973 meu avô tentou comprar um, mas foi mal tratado pelo revendedor Ford. Depois de mandar a vendedora para aquele lugar, ele resolveu comprar o Dodge. Engraçado como é o mundo. Por um ato de poucos minutos meu avô muda o carro que iria comprar e trinta e cinco anos depois eu tenho Dodges por causa disso.
Depois da viagem no 500 do Carlão, coloquei na cabeça que teria um carro destes. Já não eram baratos. Um bom carro já custava mais de 25 mil em 2009. Uma bela noite de domingo o Carlão me liga dizendo que um colega dele estava vendendo um Landau 1982. Não muito bom, mas barato.
Fui, de maneira abobada, experimentei e acabei comprando o carro por 9 mil Reais. Fui desatento ao fato do câmbio do carro estar ruim e do carro ter gás. Até que ele não era feio, apesar dos podres de porta costumeiros nos Ford. Depois de 3 meses na oficina do falecido Seu Antônio Martucelli, a situação era:
- suspensão refeita;
- carburador remanufaturado;
- gás retirado;
- bomba de direção trocada;
- velas, bomba de gasolina, filtros,...
- radiador feito;
- etc...
- etc...
Totalizando mais de 6 mil Reais. Fui dar uma volta com o carro, e daí percebi que o câmbio estava ruim para péssimo. Nesse momento, já sem dinheiro, desanimado com o carro, encostei-o. Resolvi deixar para um futuro distante. Só para mexer no câmbio ia sair uma nota preta, e eu já estava desanimado com o Landau.
Em setembro do mesmo ano comprei o R/T, com a condição de vender todos os outros carros, exceto o Fuscão, do qual minha mulher gosta muito, e o carro é zero. Acabei vendendo o Landau com um bom prejuízo. O dono ainda demorou um ano para retirar o carro do estacionamento e ainda não transferiu o carro para seu nome. Nesse meio tempo roubaram as 4 calotas dele, que eram novinhas. Não sei o que foi feito do carro. Se tivesse continuado comigo, eu iria arrumar o câmbio e utilizá-lo do jeito que estava, já que a suspensão estava nova. O 302 não era zero, mas estava razoável, falhava um pouco em um cilindro. Provavelmente teria enorme dor de cabeça para fazer passar no Controlar, uma vez que o carro não tem 30 anos e por estar longe de merecer placa preta. Ou, que me perdoem os leitores, desmanchar e vender em partes. Nunca fiz isso e nem sei fazer, mas as vezes dá menos dor de cabeça do que vender o carro e o dono demorar para buscar ou para transferir de nome. O motor poderia ir para um Maverick ou um Cobra. Tem carro que não vale a pena ser reformado. Vai uma fortuna e não fica bom. Fiquei com tanta bronca deste carro que apaguei todas as fotos dele.
Foi um negócio mal feito do começo ao fim. Não pretendo ter mais nenhum Landau. Se um dia aparecer um carro até 75, não digo que não ficarei bem tentado. Adoro os Ford com mecânica 292.
Mas vou resistir bravamente. Quando quiser, dou uma volta no 500 do Carlão e mato a vontade.
abraços!
Vital
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