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sábado, 1 de outubro de 2011

Fusca na Bandeirantes

Tenho esse carro há 4 anos, sou segundo dono, o carro não tem 60 mil km ainda. A primeira dona me contou que esse carro fez duas viagens para o Guarujá e nada mais. Nos docs de transferência, o proprietário anterior era CIA ROSSI DE VEÍCULOS (Primo Rossi!). Mas era um carro com pintura totalmente queimada, e logo que comprei foi desmontado e repintado na cor de fábrica.

Foram trocadas as lâminas dos parachoques, estribos, lanternas e tapetão interno. Recolocados os frisos nos vidros, pois foram arrancados. O resto é dele, desde 1973. A foto abaixo foi tirada no prédio no dia que busquei o carro e não sei de quem é esse carro vermelho feio do lado estragando a foto, rsss...




Dia da chegada do carro. Pintura de fábrica. Essa Ferrari estava coincidentemente estacionada no prédio. Linda, não?

Esse é o meu carro que menos roda. Não andei 1000 km com ele desde que ficou pronto. Acho que o principal motivo é que dou prioridade aos Dodge,, e o pequeno VW acaba ficando de lado. Mas é um carro muito bom, muito original ainda, a pintura ficou muito bem feita e hoje em dia não compensaria ser feita neste padrão, financeiramente falando, dados os preços de mão de obra. Aliás esse é o grande problema de se reformar carros. Mão de obra qualificada. Eu conheço um excelente pintor. Mas pelo nível de detalhe que ele tem, mesmo cobrando caro acaba quase não tendo lucro! É muito trabalho com pouco giro.

Neste domingo eu e meu pai fomos com o VW andar na Bandeirantes. Agora ele está com seguro de socorro, o que dá mais tranqüilidade. Apesar de nunca ter me deixado na mão.

O carro vai bem, não forcei o motor nenhuma vez. O mais engraçado é que mal gasta gasolina. O mesmo trecho com os Dodge leva pelo menos dez litros. Os pneus radiais fazem a diferença na estabilidade. 

Seguem as fotos que tirei, a máquina deste celular não é lá estas coisas. Chegando em São Paulo trocamos o óleo, que já tinha seis meses. Não rodou 200 km desde a última troca. Vou começar a utilizar mais o carrinho nos passeios.


eu adoro estes rodas, acho que mudam o carrinho. Zerou os pontos na avaliação de placa preta. Como o resto é original, passou com folga na inspeção.



Respeitando os limites de velocidade de 1973! Esse jacarandá é a marca registrada do Fuscão. Vejam o Motorola AM no painel!


abraços!

Vital 

domingo, 17 de julho de 2011

Deixando um pouco de lado os Dodges... E fazendo o fusca rodar.

Amigos, peço desculpas para todos que visitam o blog, eu fiquei sem tempo de colocar novos posts. Correria, falta de tempo, aquelas coisas todas que fazem parte. E também estou com dificuldade em encontrar fotos de época para ilustrar as histórias. Tenho-as, mas estão na casa dos meus pais.

Desde que o Magnum ficou pronto eu não parei de rodar com ele. Já são mil km rodados desde que fui buscar peças em Jundiai. E o carro está surpreendentemente bom. Para terem uma idéia, fui trabalhar duas vezes com ele na semana passada. Diferente do R/T, que é um carro muito zero, caro e impecável, o Magnum apresenta algumas cicatrizes de seus 32 anos. Então não é um risco ou outro que vai tirar os seus méritos. Quando saio com o R/T fico excessivamente cauteloso, evito trânsito, nunca fui com ele ao trabalho... Já o Magnum é um carro bem mais moderno. O freio é excelente, graças ao hidrovácuo maior da linha 79. O motor é silencioso, o escapamento também. O isolamento acústico é muito superior aos dos meus outros dois Dodges.

O R/T está na revisão, desde que fiz a última já se passara 1 ano e meio. Nada demais, reapertos, troca de óleo, calafetar uma coisa ou outra... 

No lugar dele na garagem está um carro muito especial, que pertence a um grande amigo. Um R/T 71 amarelo boreal, ocupando a vaga do 76. Carro restaurado, conhecido de todos que foram ao Mopar Nationals 2009. 

Enfim, o meu Magnum tem rodado pelo menos 3 vezes por semana, o que torna o carro cada vez melhor.

Mas... E o Fuscão? Bem, esse ficou esquecido. Esse carro é zero, muito bem pintado, parece de fábrica. Mas ele fica em uma vaga presa. Conclusão: muito tempo sem sair de lá. E por incrível que pareça, ele sente mais do que os Dodges. Ontem resolvi andar com ele. O pedal da embreagem estava fundo, dificuldades para entrar as marchas. Liguei para o Ângelo, meu mecânico de Fusca. Ele veio buscar o carro, esticou o cabo... Mas na hora de buscar, nada de pegar. Bateria. Esse carro está há exatos 4 anos comigo, desde que comprei da primeira dona. e a bateria era a dele ainda.

Bateria trocada, embreagem regulada, ficou zero. Sai com ele hoje cedo, mas rodei pouco, pois percebi que está vazando óleo de câmbio. As coifas que existem hoje não valem nada e não duram mais que um ano. De volta para o Ângelo esta semana.

O que fazer? Andar de Magnum ! E lá se foram mais 40 km pela bela São Paulo vazia no domingo de inverno.

Seguem umas fotos. Ainda bem que rodei bastante. Ontem torci o pé numa corrida e não fui ao hospital. Depois de guardar os carros, acabei indo e ganhei uma tala e uma proibição de dirigir até melhorar.

abraços a todos!

Vital
 O 1500 pronto para rodar. 
 Enquanto um ocupa muito espaço, o outro não.
 Vejam o obelisco. Dá para ver melhor no capô.





 Sol nascendo, um lindo dia!
Resultado de uma corrida com o pé torcido.