Demorei quase 40 anos para ir aos States. Mas depois disso já vou pela 4a vez, a 3a para NY. Tenho uma visão um pouco fantasiosa daquele lugar, pois a ilha tem todas as partes boas de São Paulo sem quase nenhuma das partes ruins. E outras que SP não tem, como por exemplo um excelente Metrô.
Da última vez, ao chegar, perguntei ao motorista da limo onde havia uma concessionária Chrysler. 11a avenida. Infelizmente, nenhum Challenger ou Charger expostos, mas várias Durango, que são meu sonho de consumo. Para mim, foi um excelente programa visitar a loja. Fiquei amigo do vendedor, que é.... mineiro!!! Ganhei várias plaquetas da concessionária, colei uma no meu Dodge Journey. Aguentei meus amigos do trabalho tirando sarro, mas.... eles andam de Hyundai. Nem adianta tirar sarro deles, rsss.... A marca do carro já faz isso por eles, kkkkk!!!!!
Seguem umas fotos.
E olhem esse NYPD Charger....
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Antes e depois...
Quando comprei.... (lado bom, o direito tinha a porta "gorda"). Mas era bacana demais, curti muito este Dart.
E hoje... Parece que não, mas é outro carro... Liso, sem ondas, massa.... E no branco correto.
E hoje... Parece que não, mas é outro carro... Liso, sem ondas, massa.... E no branco correto.
Plaqueta....
Quando o carro chegou, fiquei desesperado. Cadê a plaqueta????
Tudo resolvido, voltou para o cofre, seu companheiro de quase 40 anos.
abraços.
Tudo resolvido, voltou para o cofre, seu companheiro de quase 40 anos.
abraços.
A Experiência dos cabelos brancos...
Reformei ou ajustei poucos carros em minha vida. Os que tenho, praticamente. Mas todos foram feitos em uma oficina comum...
Da esquerda para direita: Nenê, Raul e Albino, lembrando como era o bairro nos anos 70.
Da esquerda para direita: Nenê, Raul e Albino. Raul limpando as pestanas e a lateralzinha interna do Dart.
Da esquerda para direita: Nenê, Raul e Carlinhos
A diferença é que os profissionais que nela trabalham (ou trabalharam) têm tanta familiaridade com os carros antigos que a execução fica trivial para eles.
Vamos a a lista:
Raul: vidraceiro, acabamentos internos. Nasceu em Portugal, aprendeu a trabalhar lá. Exerce a profissão no bairro há mais de 50 anos. Está hoje com 81 anos. Ele está montando os vidros e as máquinas de vidro. Muito meticuloso, montou muitos Dodge e outros importados, que na época eram comuns. Ele mesmo teve um 1951, que entregou ao ferro velho nos anos 60.
Zé: funileiro desde 1970. Apanhou muito neste mesmo ano de 1970 para ajustar um Dart 70 batido de frente. Sabe todas as manhas para ajustar a carroceria dos carros. Foi quem refez meu VW 1500. Hoje é meu amigo pessoal. Sem ele não teria feito nada do que foi feito até agora.
Albino: O vovô da turma. 87 anos. Tapeceiro. Ele arrumou o banco do meu fuscão. Infelizmente não tem mais firmeza nas mãos, vai lá apenas para passar o tempo. Fez muita capota de conversíveis, tetos de vinil... Tudo com sua máquina de costura, ainda na oficina.
Nenê: É o melhor pintor que conheço. Foi quem pintou meu VW e agora o Dart. A sua exigência faz com que seu trabalho beire a perfeição. Meu VW prova isso e o Dart também.
Carmo: foi pintor na antiga Pereira Barreto. Ele refez a pintura da faixa para baixo no Magnum.
Carlinhos: Tapeceiro. Fará as almofadas de porta estilo Charger, que este carro tinha como acessório.
Sem estes senhores, a parte de funilaria e pintura dos meus carros não seria o que é.
Para finalizar, minha gratidão a eles. Fazem com amor, dedicação... E o trabalho aparece.
E fica a preocupação. Não vejo profissionais deste tipo se formando hoje em dia...
Da esquerda para direita: Nenê, Raul e Albino. Raul limpando as pestanas e a lateralzinha interna do Dart.
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Charger R/T 1972 Amarelo Boreal
É um unicórnio, nunca ninguém viu, ninguém conhece...
Há pouco tempo vi um no filme "A filha de Madame Betina", no qual o ator Luis Otávio dirigia um reluzente R/T 72 Boreal. Detalhe: filme de 1973. Pelo pouco que vi era um 72 puro. Faixas, traseira, painel... rodas cromadas...
Segue as fotos de um lindo R/T 72 Boreal feito a partir de um Charger LS 1972, restaurado pelo meu amigo Victor Hugo de POA, dono do meu Magnum. Ele ainda está terminando alguns detalhes... Mas o principal já foi feito.
Ficou lindo, de muito bom gosto. Se não existiu, deveria ter existido....
Há pouco tempo vi um no filme "A filha de Madame Betina", no qual o ator Luis Otávio dirigia um reluzente R/T 72 Boreal. Detalhe: filme de 1973. Pelo pouco que vi era um 72 puro. Faixas, traseira, painel... rodas cromadas...
Segue as fotos de um lindo R/T 72 Boreal feito a partir de um Charger LS 1972, restaurado pelo meu amigo Victor Hugo de POA, dono do meu Magnum. Ele ainda está terminando alguns detalhes... Mas o principal já foi feito.
Ficou lindo, de muito bom gosto. Se não existiu, deveria ter existido....
sábado, 6 de outubro de 2012
"Desde junho estão anunciando carros 73"
Assim começava a propaganda da linha. Fantástica. Os mais belos Charger. O mais belo Dart com grade de plástico, frisos largos ainda... Faixas paralelas... O Charme do 72 ainda na linha 73, banido na linha 74....
Ficou pronta a pintura. O Branco Ipanema é muito mais vivo que o da Journey, quase um creme perto dele.
Vamos em frente!
abraços!
Ficou pronta a pintura. O Branco Ipanema é muito mais vivo que o da Journey, quase um creme perto dele.
Vamos em frente!
abraços!
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
"Respire Melhor"
É o nome de uma plaquetinha plástica, adesiva, que se coloca no nariz para aumentar o fluxo de oxigênio nos pulmões. Uso para correr (e as vezes para dormir).
Há a versão para carros também.
abçs.
Há a versão para carros também.
abçs.
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